Cinco apostas sobre o futuro da tecnologia

Na década de 90 Bill Gates, o poderoso criador do Windows e da Microsoft, apontou algumas situações que estariam no nosso cotidiano. E não é que o cara acertou? Mas ele é o Bill Gates… O que vamos fazer aqui é mostrar cinco cenários do mundo da tecnologia que estão engatinhando e que, provavelmente, vão invadir nossas vidas daqui a alguns anos:

1. Computadores "Vestíveis"
VESTIVEIS 
Os computadores "vestíveis" são uma realidade. Relógios inteligentes, pulseiras, óculos, são alguns dos acessórios que receberam o toque mágico da tecnologia e ganharam chips e conexões com o resto do mundo. O que está sendo estudado agora é como transformar alguns tipos de tecido em telas sensíveis ao toque.
Já imaginou manter a mesma interação que você tem com o seu smartphone só que com a sua jaqueta, por exemplo? Nos próximos anos, com o avanço da Internet das Coisas, vamos perceber uma invasão cada vez maior dos computadores vestíveis em nossas vidas, facilitando ou complicando ainda mais as coisas!

2. Inteligência Artificial
INTELIGENCIA ARTIFICIAL 
Tudo aquilo que os filmes mostram pra gente sobre interação com robôs, computadores que nos entendem e conversam conosco vai se tornar realidade dentro de alguns anos. Tire dessa afirmação toda a magia do cinema, por favor. A realidade é que as pesquisas sobre inteligência artificial têm quase um século e só mais recentemente é que os avanços significativos começaram a ser feitos.
Podemos supor, então, que daqui alguns anos os assistentes pessoais que temos hoje em nossos smartphones e computadores (Siri, Google Now e Cortana) terão sucessores. Mais inteligentes e com a capacidade de captar as nossas emoções e compreender nossas necessidades. Rico Malvar, o cientista-chefe da Microsoft, confirmou recentemente que em poucos anos isso será possível.

3. Saúde Cibernética
SAUDE TECNOLOGIA 
Todos os dias nós geramos uma quantidade enorme de dados. As informações são armazenadas e utilizadas por empresas que exploram esse conhecimento em forma de publicidade. O Big Data tem sido cada vez mais utilizado no mundo dos negócios, mas o potencial para beneficiar a sociedade de outras formas é enorme. Um exemplo está na saúde.
Com o cruzamento e a análise dos dados gerados pela população é possível prever epidemias, mapear o desenvolvimento de doenças, saber com antecedência se um paciente está susceptível a alguma enfermidade ou simplesmente fornecer informações diárias para o seu médico de confiança.
Por enquanto ainda são poucos os países que exploram as possibilidades do Big Data na área da saúde. O que existe hoje são alguns aplicativos como o Health Kit, do iOS, que criam uma experiência reduzida do que seria a análise de dados da área da saúde. Em alguns anos a tendência é que os custos sejam menores, a penetração das tecnologias maior, fazendo com que a popularização aconteça. A ciência de dados vai ajudar a prevenir doenças.

4. Internet das Coisas
SMART CITY
A Internet das Coisas já é uma realidade presente em nosso cotidiano, em pequenas situações, e nós muitas vezes nem percebemos. Desde o monitoramento de um prédio (elevadores, sistemas de emergência, consumo de energia) até a aplicação da tecnologia para monitoramento e coleta de dados em estufas. Acontece que, embora também já seja uma realidade, daqui a alguns anos a Internet das Coisas vai se tornar algo ainda mais evidente.
Um exemplo? Uma cidade inteiramente monitorada pode ter resultados muito melhores em diversas áreas. Economia de energia e água, reaproveitamento de resíduos, menos congestionamento, maior eficiência no investimento de recursos, já que o mapeamento das necessidades em diferentes áreas será mais fácil.
Daqui alguns anos teremos exemplos de cidades conectadas ou inteligentes. Infelizmente ainda vai demorar algum tempo para que tenhamos uma experiência como essa aqui no Brasil. Mas podemos torcer que este desenvolvimento venha o quanto antes para gerar qualidade de vida à população do nosso país!

5. Nanotecnologia
NANOTECNOLOGIA 
A nanotecnologia é apontada por muitos como a tecnologia a ser alavancada no séc. XXI. A abrangência das pesquisas na área passa por setores como cosméticos, informática, medicina, etc.
A nanotecnologia basicamente é uma área da ciência que estuda a composição das células para transformá-las em novos materiais.
Algumas das apostas para o futuro incluem a fabricação de nano-robôs que poderão ser injetados na corrente sanguínea de um paciente para a realização de pequenas cirurgias ou simplesmente para monitorar a saúde de alguém. Outra projeção, esta para apenas daqui algumas muitas décadas, é a utilização da nanotecnologia para criar uma espécie de consciência híbrida, um ser humano metade homem metade robô. Isso envolveria nanotecnologia e inteligência artificial, algo que hoje nós "ainda" podemos dizer que é quase ficção científica.


7 de novembro de 2016

Pokémon Go é o game de maior sucesso nos EUA e deve ser lançado no Brasil até setembro





Nem o mais otimista dos economistas poderia prever o suecesso que o Pokémon Go, novo jogo de realidade aumentada da Nintendo, faria quando foi lançado no início do mês nos Estados Unidos. Em menos de um mês, o jogo conseguiu superar o número de downloads de aplicativos já consolidados, como o Instagram e o Whatsapp.

O sucesso do Pokémon Go não trouxe apenas lucros exorbitantes para a empresa, que desde 2006 com o Wii buscava emplacar um novo sucesso global, muitas vezes sem sucesso. Desde o lançamento do Pokémon Go as ações da Nintendo quase dobraram, alcançando o maior valor já sentido desde 2010.


Em entrevista recente no Japão, o CEO da Niantic disse que a disponibilidade global de Pokémon Go deverá seguir os mesmos passos do Ingress, outro jogo de realidade aumentada criado quando a empresa ainda fazia parte do Google. Na época, o game levou entre um e dois meses para sair do lançamento inicial e alcançar todo o planeta.

Isso significa que o game poderá desembarcar na América Latina e no Brasil só no fim de agosto ou começo de setembro, depois de ser lançado no Japão, Coreia do Sul e em toda a Europa. Caso a previsão se confirme, Pokémon Go ainda não funcionará no país no período dos Jogos Olímpicos, apesar dos apelos do prefeito do Rio de Janeiro.

Mesmo com a declaração da desenvolvedora, ainda não se sabe ao certo a data em que  Pokémon Go poderá chegar ao Brasil. Para ajudar a diminuir a ansiedade, a dica é usar o site Is Pokémon Go Available Yet, que mostra onde o jogo já funciona e ainda permite programar um alerta para quando, finalmente, ele aterrissar no país.

Fontes: Forbes Brasil e Tudo Celular


Adeus produtividade! E a culpa é do smartphone!

O CareerBuilder é um site que, como diz o nome, ajuda os usuários na busca por um emprego. Por isso, nada melhor que realizar uma pesquisa para alertar quais são as armadilhas que o mundo oferece e que colocam a sua produtividade em risco. Qual é a sua surpresa ao descobrir que o principal culpado é o smartphone?

A pesquisa do CareerBuilder foi realizada com mais de 3 mil profissionais e 2 mil executivos de Recursos Humanos nos Estados Unidos. Nela, foi descoberto um 1 em 5 empregadores (19%) pensam que os empregados são produtivos durante, no máximo, cinco horas da jornada de trabalho. Os culpados por isso, segundo mais de metade deles (55%), são os smartphones.



"Enquanto nós precisamos ficar conectados com nossos dispositivos para o trabalho, também estamos a um clique de distância das distrações de nossas vidas pessoas, como mídias sociais e outros apps", comentou Rosemary Haefner, chefe de RH no Carrer Builder. "O dilema da conectividade não é necessariamente uma coisa ruim, mas precisa ser manuseado com cuidado. Precisar possuir um diálogo aberto com funcionários sobre as distrações tecnológicas. Reconhecer a existência e discutir desafios/soluções para manter a produtividade alta", explicou.

Outros dados da pesquisa indicam que 8 em 10 funcionários (83%) possuem celulares, e 82% fica de olho no aparelho durante o trabalho. Enquanto 10% deles comentaram que os smartphones não atrapalham na produtividade, 66% comenta que dá uma "checada" no aparelho diversas vezes durante o dia.

Mesmo que os gadgets tenham a principal culpa no que atrapalha a sua produtividade, outros fatores também influenciam, se tornando verdadeiras armadilhas para funcionários.
Abaixo, você acompanha o ranking das 10 piores coisas que atrapalham o desempenho:

10. Trabalhar em cubículo/baia: 9%
9. Colegas que fazem muito barulho: 20%
8. Reuniões: 24%
7. Email: 26%
6. Pausas para comer ou fumar: 27%
5. Bate-papo com colegas: 27%
4. Mídias sociais: 37%
3. Fofoca: 39%
2. Internet: 41%
1. Smartphone/apps: 55% 

Fonte: Tecmundo
5 de julho de 2016

Lançamento de curso inédito na região

Hands On lança curso de Auxiliar Veterinário para animais de grande porte


A Hands On mais uma vez se antecipa e lança de forma inédita para a região do Médio Vale do Itajaí o curso de Auxiliar Veterinário para animais de grande porte. O curso está organizado para o atendimento a equinos, bovinos, suínos e ovinos e será ministrado uma vez por semana, com duração total de 80 horas, iniciando em junho. As aulas teóricas e práticas serão ministradas por médico veterinário.


Aproveite e garanta a sua participação! As vagas são limitadas!

30 de maio de 2016

Hands On Formação Profissional é destaque na mídia digital

A Hands On Formação Profissional é destaque na mídia digital. A conceituada jornalista catarinense Marli Jardim publicou uma reportagem sobre a estrutura, funcionamento e cursos oferecidos pela escola Hands On. Confira no link: www.marlijardim.com.br


“Não chore por estar desempregado, crie seu emprego!”

Muhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinar. 

A passagem do prêmio Nobel da paz pelo Brasil em 2015, o bengalês de 76 anos Muhammad Yunus, levou ainda mais visibilidade para o campo dos negócios sociais e do empreendedorismo social. Yunus é um empreendedor social nato, e o prêmio Nobel que recebeu foi resultado de sua experiência pioneira de fornecer microcrédito para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.

Wikicommons

O conceito de negócio social é bastante amplo. A ideia propagada por Muhammad Yunus para definir esse tipo de negócio tem algumas diferenças de outras iniciativas praticadas. A maior delas é que o empreendedor defende que um negócio social, apesar de ser uma empresa lucrativa, não deve distribuir dividendos para os acionistas, e que todo o lucro deve ser reinvestido na própria empresa, para aumentar o alcance da iniciativa. Para o empreendedor, essa medida de não distribuir lucro é importante para que o propósito não seja comprometido por outros interesses.

Yunus desenvolveu 7 princípios básicos para caracterizar negócios sociais:
  • O objetivo do negócio será redução da pobreza ou outros problemas (em áreas como educação, saúde, acesso à tecnologia e meio ambiente) que ameaçam as pessoas e a sociedade;
  • Financeira e economicamente sustentável;
  • Investidores recebem de volta somente o valor investido. Nenhum dividendo é pago além do dinheiro investido;
  • Depois que o investimento for devolvido, o lucro da empresa fica no negócio – para ampliação e melhorias;
  • Ambientalmente consciente;
  • Colaboradores recebem valor de mercado com melhores condições de trabalho;
  • e… fazer tudo isso com alegria.
Fonte: Infomoney
uhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinarLeia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/muhammad-yunus/
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Muhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinar

A recente passagem do prêmio Nobel da paz pelo Brasil, o bengalês de 76 anos, Muhammad Yunus, levou ainda mais visibilidade para o campo dos negócios sociais e do empreendedorismo social. Yunus é um empreendedor social nato, e o prêmio Nobel que recebeu foi resultado de sua experiência pioneira de fornecer microcredito para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.
Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/muhammad-yunus/

Muhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinar

A recente passagem do prêmio Nobel da paz pelo Brasil, o bengalês de 76 anos, Muhammad Yunus, levou ainda mais visibilidade para o campo dos negócios sociais e do empreendedorismo social. Yunus é um empreendedor social nato, e o prêmio Nobel que recebeu foi resultado de sua experiência pioneira de fornecer microcredito para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.
Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/muhammad-yunus/

Muhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinar

A recente passagem do prêmio Nobel da paz pelo Brasil, o bengalês de 76 anos, Muhammad Yunus, levou ainda mais visibilidade para o campo dos negócios sociais e do empreendedorismo social. Yunus é um empreendedor social nato, e o prêmio Nobel que recebeu foi resultado de sua experiência pioneira de fornecer microcredito para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.
Para quem não está familiarizado com o termo, negócio social é uma empresa cuja atividade, além de gerar lucro, também funciona como uma solução para algum problema social. Como se o core do negócio fosse a responsabilidade social. Pode-se dizer que Muhammad Yunus foi um dos grandes responsáveis por apresentar ao mundo e propagar o conceito. E, ainda hoje, ele ministra palestras de incentivo para disseminar o conceito, iniciativas de sucesso e inspirar jovens a empreender.
O empreendedor é conhecido internacionalmente, tendo sido considerado pelo jornal “Financial Times” como um dos seis maiores pioneiros de finanças de todos os tempos.
Negócios sociais de Muhammad Yunus
O flerte (e futuro casamento, pode-se dizer) do empreendedor social com os negócios sociais começou nos anos 70, quando Yunus, economista de formação, trabalhava como professor universitário em Bangladesh. A universidade onde ministrava suas aulas era vizinha a uma grande favela, e o economista conta que sempre sentiu um enorme abismo entre a teoria que ensinava aos seus alunos em sala de aula e a realidade para além dos muros da universidade.
A solução que encontrou para ajudar as pessoas da comunidade vizinha à universidade passa pelo empreendedorismo: por meio de empréstimos de pequenas quantias (e os R$ 15 mil de microcrédito que o BNDES disponibiliza à empreendedores como você são uma fortuna perto do que ele emprestou) como 15 dólares, por exemplo, ele começou a ajudar mulheres a encontrar formas de obter sustento e escapar das garras de um perverso e exploratório sistema de agiotagem. Livres das dívidas e ameaças, essas mulheres passaram a desenvolver atividades como costura e artesanato para sustento próprio. Hoje, o Grameen Bank é um negócio social reconhecido, que já ajudou centenas de pessoas a saírem da miséria.
O conceito de negócio social é bastante amplo. A ideia propagada por Muhammad Yunus para definir esse tipo de negócio tem algumas diferenças de outras iniciativas praticadas. A maior delas é que o empreendedor defende que um negócio social, apesar de ser um negócio lucrativo, não deve distribuir dividendos para os acionistas, e que todo o lucro deve ser reinvestido na própria empresa, para aumentar o alcance da iniciativa. Para o empreededor, essa medida – de não distribuir lucro – é importante para que o propósito não seja comprometido por outros interesses.
Yunus desenvolveu 7 princípios básicos para caracterizar negócios sociais:
  • O objetivo do negócio será redução da pobreza ou outros problemas (em áreas como educação, saúde, acesso à tecnologia e meio ambiente) que ameaçam as pessoas e a socidedade;
  • Financeira e economicamente sustentável;
  • Investidores recebem de volta somente o valor investido. Nenhum dividendo é pago além do dinheiro investido;
  • Depois que o investimento for devolvido, o lucro da empresa fica no negócio – para ampliação e melhorias;
  • Ambientalmente consciente;
  • Colaboradores recebem valor de mercado com melhores condições de trabalho; e
  • … fazer tudo isso com alegria.
Grameen Danone: uma joint venture para salvar crianças dos efeitos da pobreza
A Grameen Danone, um case até bastante conhecido no mercado, uma joint venture desenvolvida entre a Danone e o Grameen Bank que funciona da maneira proposta por Yunus. A empresa foi criada com o propósito de alimentar crianças em situação de pobreza, fornecendo um iogurte enriquecido com vitaminas para garantir o pleno desenvolvimento cerebral da criança.
Apesar de haver iniciativas de sucesso como essa, um do grandes desafios desse tipo de modelo de negócio ainda é conseguir captar investimento. Nesse sentido, outras empresas, também chamadas de negócios sociais, estão ganhando a cena, sendo empresas que, sim, resolvem problemas sociais, mas que também geram lucro com a possibilidade de distribuir dividendos para acionistas.
Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/muhammad-yunus/

Muhammad Yunus é um empreendedor social, quem sabe um dos pioneiros. Conheça mais sobre essa figura inspiradora e sobre o que ele pode te ensinar

A recente passagem do prêmio Nobel da paz pelo Brasil, o bengalês de 76 anos, Muhammad Yunus, levou ainda mais visibilidade para o campo dos negócios sociais e do empreendedorismo social. Yunus é um empreendedor social nato, e o prêmio Nobel que recebeu foi resultado de sua experiência pioneira de fornecer microcredito para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social.
Para quem não está familiarizado com o termo, negócio social é uma empresa cuja atividade, além de gerar lucro, também funciona como uma solução para algum problema social. Como se o core do negócio fosse a responsabilidade social. Pode-se dizer que Muhammad Yunus foi um dos grandes responsáveis por apresentar ao mundo e propagar o conceito. E, ainda hoje, ele ministra palestras de incentivo para disseminar o conceito, iniciativas de sucesso e inspirar jovens a empreender.
O empreendedor é conhecido internacionalmente, tendo sido considerado pelo jornal “Financial Times” como um dos seis maiores pioneiros de finanças de todos os tempos.
Negócios sociais de Muhammad Yunus
O flerte (e futuro casamento, pode-se dizer) do empreendedor social com os negócios sociais começou nos anos 70, quando Yunus, economista de formação, trabalhava como professor universitário em Bangladesh. A universidade onde ministrava suas aulas era vizinha a uma grande favela, e o economista conta que sempre sentiu um enorme abismo entre a teoria que ensinava aos seus alunos em sala de aula e a realidade para além dos muros da universidade.
A solução que encontrou para ajudar as pessoas da comunidade vizinha à universidade passa pelo empreendedorismo: por meio de empréstimos de pequenas quantias (e os R$ 15 mil de microcrédito que o BNDES disponibiliza à empreendedores como você são uma fortuna perto do que ele emprestou) como 15 dólares, por exemplo, ele começou a ajudar mulheres a encontrar formas de obter sustento e escapar das garras de um perverso e exploratório sistema de agiotagem. Livres das dívidas e ameaças, essas mulheres passaram a desenvolver atividades como costura e artesanato para sustento próprio. Hoje, o Grameen Bank é um negócio social reconhecido, que já ajudou centenas de pessoas a saírem da miséria.
O conceito de negócio social é bastante amplo. A ideia propagada por Muhammad Yunus para definir esse tipo de negócio tem algumas diferenças de outras iniciativas praticadas. A maior delas é que o empreendedor defende que um negócio social, apesar de ser um negócio lucrativo, não deve distribuir dividendos para os acionistas, e que todo o lucro deve ser reinvestido na própria empresa, para aumentar o alcance da iniciativa. Para o empreededor, essa medida – de não distribuir lucro – é importante para que o propósito não seja comprometido por outros interesses.
Yunus desenvolveu 7 princípios básicos para caracterizar negócios sociais:
  • O objetivo do negócio será redução da pobreza ou outros problemas (em áreas como educação, saúde, acesso à tecnologia e meio ambiente) que ameaçam as pessoas e a socidedade;
  • Financeira e economicamente sustentável;
  • Investidores recebem de volta somente o valor investido. Nenhum dividendo é pago além do dinheiro investido;
  • Depois que o investimento for devolvido, o lucro da empresa fica no negócio – para ampliação e melhorias;
  • Ambientalmente consciente;
  • Colaboradores recebem valor de mercado com melhores condições de trabalho; e
  • … fazer tudo isso com alegria.
Leia mais em Endeavor @ https://endeavor.org.br/muhammad-yunus/
7 de abril de 2016

Dicas de especialistas para escolher bem sua profissão

Como escolher a profissão certa? Especialistas mostram como os estudantes devem agir na hora de escolher a sua futura profissão

É raro um estudante que passa ileso por esse questionamento. Em geral, ansiedade, angústias e incertezas marcam o período, o que, na visão de especialistas, nem sempre é prejudicial. "Uma dose de ansiedade pode ser benéfica, uma vez que leva o aluno a se dedicar mais inteiramente ao processo de escolha. Não a ansiedade que paralisa, mas a que mobiliza para a vida", esclarece Alessandra Suplicy Conway, psicóloga em Santos-SP.

O que o jovem vestibulando deve fazer para tomar a decisão mais acertada? Como encontrar a profissão que mais combine com o seu perfil? "Fundamentando sua escolha em muita informação", responde a orientadora Andréa Godinho. "O estudante precisa fazer uma busca rigorosa de informação, tanto sobre si próprio, quanto sobre as muitas carreiras existentes, o mercado de trabalho e as muitas frentes em que ele pode atuar". 

O jovem tem de ter papel ativo na escolha da profissão. "Precisa buscar informações em diferentes fontes: na escola, na família, na universidade que pretende cursar e com profissionais experientes", recomenda a especialista Alessandra Conway. Investir no autoconhecimento é uma boa saída. "Conhecer-se é essencial para tentar se colocar de forma mais inteira na carreira", diz Regina Nascimento.

Veja as principais dicas para poder tomar uma decisão coerente e segura:

1. Identificar áreas de interesse na escola: de quais disciplinas você mais gosta? Em quais se sai melhor nas notas e tem mais facilidade de aprender? Identificar as áreas de maior interesse na escola é um bom começo para se vislumbrar a profissão que mais combina com você.

2. Conhecer-se em profundidade: um exercício que pode ajudar na escolha da profissão é levantar traços de sua personalidade e identificar suas habilidades extracurriculares. Parece simples, mas quando se precisa ter essas informações bem claras e relacionadas aos cursos que se pretende seguir, a coisa complica. Nessa hora, é importante tentar responder algumas perguntas: como eu me vejo? Gosto mais de atividades em ambiente fechado ou ao ar livre, em contato com a natureza? Prefiro me relacionar com muitas pessoas ou atividades com poucos amigos? Tenho mais habilidades motoras, espaciais, corporais ou manuais? Gosto que me proponham desafios? Sou uma pessoa muito dinâmica ou mais pacata? Sou mais empreendedor ou aprecio mais a estabilidade? Em que tipo de situação eu me sinto bem e em qual eu me sinto desconfortável?

3. Informar-se: buscar informações rigorosas (na Internet, nos guias de profissão, em revistas, em feiras, etc.) Algumas questões precisam necessariamente estar claras para o jovem: como é o campo de trabalho de determinada profissão? (para não achar, por exemplo, que todo jornalista vai trabalhar na TV), qual é a média de salário desses profissionais? Quais são as disciplinas do curso que pretendo fazer? O que determinada profissão exige do profissional? E assim até reunir todas as informações relevantes sobre uma profissão desejada.

4. Conversar com a família: falar com os pais ou familiares pode trazer bons resultados práticos. O ideal é superar barreiras e conversar sobre possibilidades e dificuldades da profissão. A escolha é dos filhos, mas os pais devem dar o suporte necessário.

5. Procurar profissionais do mercado: ninguém melhor que o profissional que já está inserido no mercado de trabalho para falar sobre ele e o dia a dia da profissão. Se você não conhece nenhum engenheiro químico ou biólogo ou outro profissional da área que lhe interesse, peça indicação a familiares e amigos, ou fale na sua escola para que eles tentem organizar encontros, levando esses profissionais para o colégio ou os estudantes para o local de trabalho deles.

6. Visitar universidades: muitas faculdades públicas e privadas têm aberto suas portas para vestibulandos, curiosos para conhecerem a rotina da instituição, o ambiente, as disciplinas dos cursos e, assim, certificarem-se de que estão (ou não) fazendo a escolha mais afinada ao seu perfil. E esta é uma atitude bastante correta. Procure descobrir como você pode fazer para marcar com o coordenador do curso. Ele é a pessoa mais preparada para dar todas as informações de que você precisa. Vá com sua família e amigos e tire todas as suas dúvidas.

7. Diferenciar profissão e carreira: escolher uma profissão é o primeiro passo para se construir uma carreira, que é algo a ser construído a partir de uma escolha de hoje, que pode se desdobrar em várias alternativas amanhã. Se hoje você escolhe fazer Engenharia Civil pensando em trabalhar com grandes construções, ao final do curso essa pode nem ser mais uma prioridade. Basta olhar o mercado e ver quantos engenheiros estão seguindo para a área econômica. Segundo especialistas a escolha da profissão não pode ser vista como uma sentença de vida. Dentro de um curso, ele poderá seguir por dezenas de caminhos diferentes. Saber disso reduz a angústia.

8. Projetar-se no futuro: perguntas que todo estudante deve se fazer, e tentar responder com o máximo de dedicação: como você se vê daqui a 10 anos? Numa profissão mais segura ou mais empreendedora? Qual estilo de vida sonho ter? Tenho metas para o meu futuro? Quero trabalhar em grandes cidades, no exterior ou ainda numa cidade menor e tranquila, perto da minha família? O que eu quero conquistar com a minha profissão? A partir dessas respostas, ele pode começar a enxergar-se em determinadas profissões. Não se trata de criar expectativas muito altas, mas de encontrar uma linha mestra que orienta na escolha da carreira a partir de objetivos para o futuro.

 9. Evitar idealizações: um erro que muitos estudantes cometem é pensar que, porque escolheram uma determinada faculdade a partir de suas aptidões e vocação, necessariamente irão gostar de tudo que estudarão nesse curso. Isso é impossível, e aumenta as chances de o estudante se decepcionar e desistir.

10. Identificar seus pontos fortes e fracos: para que eles fiquem bem claros, escreva-os em uma folha de papel. De um lado, coloque os seus pontos fortes e, de outro, os seus pontos fracos. Não deixe nenhum de fora. Em seguida, procure associá-los às profissões que você pretende seguir (para isso, você precisa estar bem por dentro de todos os cursos que lhe interessam). É uma maneira de se assegurar das habilidades que já tem, mas também perceber aquelas que terá de trabalhar para que consiga se sair bem em determinada profissão. Afinal, ninguém está completamente pronto para seguir uma determinada carreira e terá de se desenvolver em muitos aspectos.

11. Procurar um orientador vocacional: um estudante pode procurar um profissional para se sentir seguro com uma escolha que já foi feita ou mesmo para receber ajuda desde o início do processo, com o reconhecimento de suas aptidões. E o trabalho do orientador vocacional (ou profissional, como também é conhecido) é um diferencial porque é feito sem o julgamento que ocorre, por exemplo, nas famílias. Este serviço é oferecido em alguns colégios inclusive. Mas não pense que o orientador irá te dar uma resposta pronta. Ele desenvolve um trabalho para ajudar a se conhecer melhor e descobrir suas habilidades e aptidões.

12. Ir com calma e não ter medo de recomeçar: às vezes a ansiedade em ter logo uma carreira profissional faz com que se tenham escolhas erradas, que no futuro se transformam em decepção e arrependimento. Lembre-se que o importante é ser feliz, então nunca é tarde para recomeçar.

Fonte: Educar para Crescer

4 de março de 2016

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